Terapia de Pressão Negativa em Lesões Crônicas: Evidências Cientificas da Literatura pela Ótica da Estomaterapia

Autores

  • Gabriel Nivaldo Brito Constantino Acadêmico de Enfermagem da Universidade Iguaçu. https://orcid.org/0000-0002-9129-1776
  • Wanderson Alves Ribeiro Enfermeiro. Mestre; Doutor e Pós-doutorando em Ciências do Cuidado em Saúde/EEAAC-UFF; Docente da disciplina Segurança do paciente e qualidade do curso de graduação em enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG). https://orcid.org/0000-0001-8655-3789
  • Keila do Carmo Neves Enfermeira. Mestre e Doutora em Enfermagem pela EEAN-UFRJ; Do- cente da disciplina Segurança do paciente e qualidade do curso de graduação em enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG). https://orcid.org/0000-0001-6164-1336
  • Daniela Marcondes Gomes Enfermeira e Médica. Pós-graduada em Psiquiatria. Pós-graduanda em Medicina Integrativa. Especializada em Enfermagem do Trabalho e Gestão de Organização Pública de Saúde; Mestre em Saúde Coletiva - UFF. Docente do curso de graduação em Medicina na Universidade Iguaçu (UNIG) e UNIABEU; Atua no CAPS III de Nova Iguaçu https://orcid.org/0000-0001-8182-1385
  • Julio Gabriel Mendonça de Sousa Enfermeiro. Mestrando pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da Universidade Federal Fluminense UFF https://orcid.org/0000-0002-8013-3369
  • Juliano Miranda Teixeira Bacharel pela Escola de enfermagem Anna Nery da UFRJ; Especialista em Estomaterapia e Podiatria clínica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro; Coordenador da Comissão Hospitalar de Curativos do Hospital Municipal Moacyr Rodrigues do Carmo. https://orcid.org/0000-0001-7985-1606
  • Hosana Pereira Cirino Enfermeira e Mestre em Enfermagem pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Pós Graduada em Intensivista (UERJ); Estratégia de Saúde da Família (UNIRIO), Especialização em Estomaterapia (UERJ); Pós graduação em Podiatria Clínica (UERJ). Enfermeira no Programa Ativa de Ostomy Care Coloplast https://orcid.org/0000-0001-9685-4841
  • Pedro José Chagas da Silva Enfermeiro assistencial no Polo de Atenção a Pessoa com Estomia e Feridas - PAPEF do município de Queimados - RJ. Pós-graduado em saúde da família com ênfase em saúde pública e Estomias e feridas pela Faculdade BookPlay. Professor preceptor em emergência e urgência no curso técnico JM, no município de Japeri. Fundador da empresa NPJ HEALTH - empresa de capacitação e atendimento em saúde. https://orcid.org/0009-0008-6669-3213

DOI:

https://doi.org/10.36489/feridas.2025v13i66p2471-2481

Palavras-chave:

Ferimentos e lesões, Sistematização da Assistência de Enfermagem, Tratamento de Ferimentos com Pressão Negativa, Estomaterapia, Terapêutica

Resumo

Introdução: A pele, maior órgão do corpo humano, está sujeita a lesões agudas e crônicas, sendo estas últimas agravadas por doenças como diabetes e envelhecimento populacional. A Terapia por Pressão Negativa (TPN) surge como técnica eficaz na cicatrização, destacando o papel do enfermeiro e do estomaterapeuta. A Resolução COFEN nº 736/2024 legitima a autonomia da enfermagem na condução dessa prática especializada. Objetivo: Analisar a aplicação da terapia por pressão negativa no tratamento de lesões crônicas na perspectiva da estomaterapia Metodologia: Revisão integrada da literatura, sendo coletados e resumidos o conhecimento científico já desenvolvido. Análise e discussão dos resultados: A Terapia por Pressão Negativa (TPN) é uma tecnologia eficaz no tratamento de feridas complexas, promovendo cicatrização acelerada, controle de infecções e redução do tempo de internação. Seu uso depende de avaliação clínica criteriosa, tipo e profundidade da lesão, bem como da disponibilidade de materiais. Estudos mostram sua boa relação custo-benefício, mesmo com insumos caros, destacando a importância da atuação da enfermagem, principalmente do enfermeiro estomaterapeuta. A Resolução COFEN nº 736/2024 reforça a importância do Processo de Enfermagem para garantir segurança e qualidade assistencial. Conclusão: A TPN deve ser utilizada de forma complementar entre enfermeiros generalistas e especialistas, promovendo cuidado individualizado e baseado em evidências. A capacitação contínua da equipe de enfermagem e a articulação com a equipe multiprofissional são essenciais para o sucesso terapêutico. Assim, a TPN se consolida como uma abordagem inovadora e estratégica na recuperação de feridas.

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Publicado

2025-11-17

Como Citar

1.
Constantino GNB, Ribeiro WA, Neves K do C, Gomes DM, Sousa JGM de, Teixeira JM, Cirino HP, Silva PJC da. Terapia de Pressão Negativa em Lesões Crônicas: Evidências Cientificas da Literatura pela Ótica da Estomaterapia. RFE [Internet]. 17º de novembro de 2025 [citado 18º de outubro de 2026];13(66):2471-8. Disponível em: https://revistaferidas.com.br/index.php/revistaferidas/article/view/3106

Edição

Seção

Artigos Cientí­ficos